“Quando a gente gosta, a gente cuida. Cuida mais do que devia. Gostar é se prevenir do desgosto. A gente nunca sabe o que é suficiente, a gente vai se doando, se gastando, sem pedir troco. A gente gasta mais do que tem e corre atrás para imaginar o que não viveu para não fazer falta à memória mais adiante.”
terça-feira, 3 de abril de 2012
“Pensando bem em tudo o que a gente vê, vivencia, ouve e pensa, não existe uma pessoa certa para a gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho! Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor… A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira. A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas. Essa pessoa vai tirar seu sono. Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você. Vai estar o tempo todo pensando em você. A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa. Nada aqui é certo! O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo… E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: “Graças a Deus deu tudo certo”. Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito para a gente…”
| — | Luis Fernando Veríssimo |
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
“A gente fica com o coração apertado de deixar certa gente partir. Mas às vezes é necessário, é necessário jogar a moeda para saber se ela volta na tua mão. É preciso de confiança para deixar seu cachorro dar uma volta no quarteirão sem saber se ele volta. A mesma coisa é com as pessoas. As deixamos ir, na esperança de que um dia voltem para nós.”
domingo, 25 de março de 2012
“Às vezes a gente só precisa de um tempo. É, tô falando sério. Sempre tem aquele dia que a gente só precisa da gente mesmo e da nossa auto-suficiência. Por mais que isso pareça errado e completamente egoísta, acho isso um tanto quanto sadio. Escuta o que eu tô te falando: Todo mundo enjoa de todo mundo e não tem essa de falar que amamos tudo e todos como se a vida fosse colorida. Isso é mentira. Somos humanos demais pra “engolir” tudo, todos e todas as coisas, todos os dias. Às vezes a gente precisa mudar, pra melhor ou pra pior, querendo ou não, a gente sempre muda. Você não precisa concordar, mas vai chegar o dia que você vai ter esse momento com “você e você mesmo”.”
“Já parou para pensar, durante trinta segundos sequer, que tudo que acontece tem um motivo? Que sua dor, por pior que ela seja, pode se transformar em alívio? Já parou para pensar que se você sonha, você é capaz de realizar? Seja lá qual for esse sonho, sonhar é o primeiro passo. Já parou para pensar que nenhuma tristeza ou solidão dura para sempre? Nenhuma mesmo. Já parou para pensar que existe alguém feito só para você, que irá completar seus defeitos? Esse é o nosso problema, a gente nunca pára para pensar em nada. Sabemos de tudo o que queremos, mas não sabemos esperar, não conseguimos acreditar que tudo pode ser diferente. É que nossos olhos estão cegos com tanto pessimismo. Falta esperança, falta fé. Falta amor próprio.”
sábado, 24 de março de 2012
É engraçado esse efeito que você tem sobre mim. Com você nunca falta assunto. Com você eu me abro e conto coisas que eu não digo a mais ninguém. Eu nunca te disse - até agora - mas eu gosto da maneira como você me mima. Vez ou outra, consegue me deixar sem graça com algum apelido ultrapassado, então eu me calo e viro o jogo, te deixando sem graça (…) Então você some, não manda notícias. E nem um “bom dia” em forma de sms você me manda. E depois volta; volta como se nada tivesse acontecido, como se você tivesse se ausentado por apenas alguns minutos. Ah, se você soubesse a raiva que isso me faz. Então eu te ignoro. Volto ao meu normal; chata, grossa. Então você me liga e aquele teu “oi” com toda aquela intensidade me faz sorrir por dentro, mesmo que eu não demonstre. E em alguns segundos… eu estou nas tuas mãos.
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